Até 2011, Blog.


Não é fácil desistir da idéia de um mundo perfeito, aqui termina a benção de mais um ano (2010), que tendo sido bom ou mau, vai para o arquivo do passado, de amores imperfeitos, atitudes errôneas, falsas fantasias, sonhos impossíveis, falhas nossas do cotidiano, culpas nos sentimentos, frustrações acalentadas.


O mundo que nos cercou de calamidades, carnificinas e sofrimentos, e o nosso ser imperfeito forrado de pessimismos e otimismos, a mania de idealizarmos no futuro as perfeições, a não solidão, amores ideais, mas o futuro é porvir, é idealização, é nossa dificuldade de entender que à vida é continua, é somente agora.

E o instante presente é esse ano que chega imediatamente, 2011 das mesmas imperfeições, da mesma rotina, do mesmo tempo indefinido, mas, que chega ao entender de nossas pequenas/grandes expectativas, de construções de nossas alegrias, na força de nossa coragem e persistências, do se envolver de sonhos recheados de ilusão e até mesmo de confiança na esperança, sem à falsa sensação de que tudo será melhor amanha.

O meu melhor, quero vive-lo na certeza do agora, no tempo que é ilimitado, no instante que não vou lamentar ser irrecuperável, na felicidade de reconhecer a imperfeição de meu ser e o desejo de um tempo que nos abrace com generosidade.

Que venha 2011, que nos chegue recheado de tudo, principalmente emoções que nos façam sentir vivos, pulsátiis e eufóricos para bem enfrentar o novo ciclo e ao que dele vier.

E aqui eu encerro o ultimo post de 2010, que seu ano seja repleto de novidades como o meu vai ser.
Que você descubra que nunca é tarde demais para desculpar-se, e que um sorriso pode salvar o dia e quando precisar chorar, chore!
Afinal, pra que guardar tanto sofrimento? A vida está aqui!
Então feliz 2011 para você, paz, amor, saúde e todas essas coisas clichês de ano novo.

Até 2011, Blog.

Alanna E. Fontenele.



New Year's Day

U2

All is quiet on New Year's day
A world in white gets underway
And I want to be with you
Be with you night and day
Nothing changes on New Year's day
On New Year's day
I will be with you again
I will be with you again

Under a blood red sky
A crowd has gathered (in) black and white
Arms entwined the chosen few
The newspapers say it says
Say it's true say it's true
And we can break through
Torn in two we can be one
I, I will begin again
I, I will begin again

I will be with you again
I will be with you again
I will be with you again
I will be with you again

Finger


''[...]Ousado aventureiro,decida de uma vez: Faça o sino vibrar e aguarde o perigo Ou acabe louco de tanto pensar: ''Se eu tivesse tocado, o que teria acontecido?''[...]''
Crônicas De Nárnia - C.S Lewis



"(...)- Adeus, disse a raposa. Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.(...)"
O Pequeno Principe.


21 Guns








Do you know What's worth fighting for,
When It's not worth dying for?
Does it take your breath away
And you feel yourself suffocating?
Does the pain weight out the pride?
And you look for a place to hide?
Did someone break your heart inside?
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms
Into the sky
You and I

When you're at the end of the road
And you lost all sense of control
And your thoughts have taken their toll
When your mind breaks the spirit of your soul
Your faith walks on broken glass
And the hangover doesn't pass
Nothing's ever built to last
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms
Into the sky
You and I

Did you try to live on your own?
When you burned down the house and home?
Did you stand too close to the fire?
Like a liar looking for forgiveness from a stone

When it's time to live and let die
And you can't get another try
Something inside this heart has died
You're in ruins

One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms
Into the sky


One, 21 guns
Lay down your arms
Give up the fight
One, 21 guns
Throw up your arms
Into the sky
You and I

13

"Não pretendo te contar sobre minhas lutas mentais. Você terá nas mãos minha simplicidade e minha leveza, que podem não ser totalmente verdadeiras, mas foram criadas com muito carinho pra não assustar pessoas como você. Não vou ficar falando sobre a complexidade dos meus pensamentos, minha dualidade ou minhas dúvidas sobre qualquer sentimento do mundo. Vou te deixar com a melhor parte, porque eu sei que você merece. Guardo pra mim as crises de identidade e a vontade de sumir. Não vou dissertar sobre minhas fragilidades e minhas inseguranças. Talvez eu te diga algumas vezes sobre minha tristeza, mas só pra ganhar um pouquinho mais de carinho. Ofereço meu bom humor e minha paciência e você deve saber que esta não é uma oferta muito comum.

Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.

Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem."